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Mais de um terço dos usuários do Facebook só o acessam por mobile

O Facebook liberou nesta quarta-feira, 28, seus resultados trimestrais referentes ao período entre outubro e dezembro de 2014, com números bastante positivos, principalmente sobre a quantidade de usuários que utilizam o serviço por plataformas móveis e a capacidade de monetizá-los.

O Facebook deixou de crescer em ritmo acelerado, e se mantém com 1,39 bilhão de usuários mensais ativos, um aumento modesto (em comparação com a época em que a rede era menor) de 40 milhões de pessoas em relação ao trimestre anterior. Mas é incrível a quantidade de pessoas que cada vez mais aderem à rede social pelo celular ou tablet: 86% do total de usuários, ou 1,19 bilhão usam o Facebook móvel pelo menos uma vez por mês.

E o mais impressionante é que cada vez mais gente usa o Facebook APENAS no celular, chegando a mais de um terço do total de usuários. Segundo o relatório, 37,6%, ou 526 milhões de pessoas, simplesmente não acessam a rede social no desktop.

Tudo isso, claro, se reverte em dinheiro para a conta da empresa de Mark Zuckerberg. Nos últimos três meses do ano, o Facebook faturou US$ 3,85 bilhões, um aumento de 49% em relação aos US$ 2,59 bilhões registrados no mesmo período de 2013.

Como você já deve desconfiar, a maior parte do faturamento do Facebook vem de publicidade, totalizando US$ 3,59 bilhões no último trimestre de 2014. O impressionante é que graças ao grande engajamento do público no mobile, 69% de toda essa receita veio de anúncios para celulares e tablets, exibidos nos aplicativos e no site móvel da rede social.

O lucro também aumentou: US$ 701 milhões no fim do ano passado contra US$ 523 milhões no final do retrasado, alta de 34%.

E os outros aplicativos do Facebook?
Mark Zuckerberg aproveitou o momento para compartilhar algumas informações sobre outros serviços que funcionam sob o guarda-chuva do Facebook, como WhatsApp e Instagram. Veja:

Facebook Groups: 700 milhões de usuários
WhatsApp: 700 milhões de usuários
Messenger: 500 milhões de usuários
Instagram: 300 milhões de usuários

Fonte Olhar Digital

 

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Lançamento comercial do 1º “compact disc (CD)”

Cais da Memória

27 de Janeiro 1982

CD (abreviatura de CompactDisc, “disco compacto”) é um dos mais populares meios de armazenamento de dados digitais, principalmente de música comercializada e software de computador, caso em que o CD recebe o nome de CD-ROM. A tecnologia utilizada nos CD é semelhante à dos DVD.Foi inventada em 1979, e comercializada a partir de 1982 pela Sony e Philips em simultâneo.

Surgiu assim a popularização dos discos “virgens” (CD-R, para gravação apenas, e dos discos que podem ser “reescritos” (CD-RW). Efetivamente, um CD é agora capaz de armazenar conteúdo equivalente a aproximadamente 487 disquetes de 3 1/2.

Um CD é um disco de  acrílico, sobre o qual é impressa uma longa espiral .

A superfície da espiral é varrida por um laser, que utiliza luz no comprimento infravermelho. Essa luz é refletida pela superfície do disco e captada por um detector. Esse detector envia ao controlador do aparelho a sequência de pontos claros e escuros, que são convertidos em “uns ou…

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Windows 10 sairá de graça para parte dos usuários

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A Microsoft informou que dará continuidade ao seu novo método de incentivo ao upgrade: quem tem Windows 7, 8 e 8.1, ou Windows Phone 8.1 poderá migrar para a versão 10 gratuitamente.

A novidade foi anunciada por Terry Myerson, chefe de Windows na Microsoft, durante evento nesta quarta-feira, 21.

Trata-se de uma estratégia para universalizar o uso do sistema operacional. A ideia é fazer com que a maioria de seus clientes esteja na mesma sintonia, o que ajuda a empresa a entregar uma experiência igual a mais pessoas.

Quem fizer a atualização ainda terá suporte estendido ao sistema operacional, o que pode ser um bom negócio para usuários comuns, mas principalmente os corporativos. É importante salientar, entretanto, que o cliente tem um ano para fazer a atualização gratuita; depois desse prazo ele será cobrado normalmente.

A versão para testes do sistema para computadores será liberada na próxima semana. Já nos dispositivos móveis a liberação ocorrerá em fevereiro.

Fonte Olhar Digital

Phelipe Lira

Microsoft cria cachecol inteligente que esquenta sozinho

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A tecnologia de vestir está em alta com os relógios inteligentes e óculos de realidade aumentada. Mas parece que a Microsoft levou ao pé da letra o “vestir” e criou um cachecol inteligente, o Smart Scarf, que recebe remotamente comandos de aquecimento e vibração. 

O acessório faz parte de um projeto da empresa que explora a potencialidade de dispositivos biométricos – que identificam padrões do corpo e executam determinadas funções. Embora a biometria hoje seja usada principalmente para identificação de usuários em diversos setores do mercado, o cachecol da Microsoft vai mais além: pode gerar calor automaticamente quando identifica uma queda na temperatura corporal, ou vibrar, na tentativa de acalmar o usuário caso identifique um aumento da pressão sanguínea, por exemplo.

O que permite as ações voluntárias ou remotas do cachecol é uma fina rede de cobre inserida no tecido da peça. Cada região da roupa pode exercer funções independentes e é controlada por um módulo central, que contém um dispositivo bluetooth responsável pelos comandos de vibração ou aquecimento. Há também sensores que coletam dados do usuário, inclusive seu humor no momento.

Segundo Michele Willians, aluna da Universidade de Maryland, e integrante do projeto, o objetivo é que o acessório possa facilitar a vida de idosos e pessoas com deficiência, embora o entretenimento não seja deixado de lado pelos desenvolvedores: uma funcionalidade testada, mas não lançada, é a seleção automática de uma playlist musical no celular do usuário baseada no seu humor no momento, identificado pelos diversos sensores espalhados na peça de roupa.

Fonte Olhar Digital

Phelipe Lira

Aplicativo cria namorada virtual que faz até ligações

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O aplicativo “Invisible Girlfriend” simula uma namorada virtual utilizando mulheres reais. O serviço inclui 100 trocas de mensagens (SMS, Whatsapp) entre cliente e personagem, 10 chamadas ou mensagens de voz e um cartão postal escrito à mão por mês. Para ter a companhia virtual, homens solteiros nos EUA e Canadá estão pagando US$ 24,99 (quase R$ 70) mensais pelo serviço.

Funciona assim: após um cadastro rápido, é possível escolher nome, idade, foto – tudo falso, claro – e personalidade da “namorada invisível”. É possível também inventar uma história que conte como o casal se conheceu.

Após definidas as características da parceira, o aplicativo se conecta a uma mulher real que passa a simular a namorada criada pelo cliente, enviando mensagens de carinho ou letras de músicas românticas, por exemplo, simulando uma interação real entre namorados que parecem se conhecer há muito tempo.

Embora, à primeira vista, a funcionalidade do aplicativo pareça um tanto estranha, o criador do serviço, Matthew Homann, diz que a ideia é criar um espaço seguro para praticar conversas reais com o sexo oposto, caso o usuário esteja fora de forma.

A empresa também pensou nas mulheres, o “Invisible Boyfriend” está disponível pelo mesmo preço, nos mesmos moldes e já arrebata diversas usuárias canadenses e norte-a

Phelipe Lira

Cais da Memória

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